Acolhimento, ciência e orgulho desde 2021
Você não precisa atravessar o vitiligo sozinho.
Informação, acolhimento e apoio para quem convive com vitiligo, em cada etapa dessa jornada.
Nosso impacto desde 2021
1.500+
pessoas acolhidas
200+
encontros do grupo de apoio
3
grupos de apoio ativos
POR ONDE COMEÇAR
O que você busca hoje?
ENTENDA O VITILIGO
Ciência acessível, sem estigma nem jargão.
O vitiligo é uma condição autoimune, não contagiosa, que causa a perda da pigmentação da pele em manchas. Entender como ele funciona ajuda a reduzir o medo e o estigma que ainda existem ao seu redor.
CUIDADO NO DIA A DIA
Tratamento e cuidados com a pele
Tratamentos
Opções acompanhadas por dermatologista.
Fotoproteção
Protetor solar como cuidado, não estética.
Skincare
Cuidados cotidianos com a pele.
Camuflagem e maquiagem
Técnicas de uniformização, quando desejado.
VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO
Grupos de Apoio
Encontros, lives e rodas de conversa conduzidos pela equipe — online e presenciais, o ano todo. Um espaço para acolhimento, troca e participação.
ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL
Encontre profissionais parceiros
Busque dermatologistas e outros profissionais parceiros por especialidade, estado e formato de atendimento. O contato é sempre direto com o profissional — o Instituto não realiza consulta ou tratamento.
SUA CONTRIBUIÇÃO TRANSFORMA
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Pessoas, empresas, patrocinadores e parceiros institucionais podem apoiar o Instituto de formas diferentes — de uma doação via PIX a uma parceria de patrocínio.
PARA EMPRESAS
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Leve informação, conscientização e inclusão para sua equipe.
PARA APRENDER MAIS
Suas principais dúvidas, respondidas
Vitiligo é contagioso?
Não. O vitiligo não é contagioso e não pode ser transmitido por contato, uso de objetos compartilhados ou convívio. Trata-se de uma condição autoimune, ou seja, ocorre dentro do próprio corpo da pessoa e não tem relação com transmissão entre pessoas.O que causa o vitiligo?
O vitiligo acontece quando o sistema imunológico passa a atacar por engano os melanócitos, as células responsáveis por produzir a melanina, o pigmento que dá cor à pele. Com a destruição gradual dessas células, surgem as manchas mais claras características da condição.Existe tratamento?
Sim, existem diversas opções de tratamento, como medicamentos tópicos, fototerapia e outras abordagens médicas que podem ajudar a repigmentar a pele ou estabilizar a condição. Não existe uma cura universal, e a resposta varia de pessoa para pessoa, por isso é fundamental consultar um dermatologista para definir o melhor caminho.Preciso usar protetor solar?
Sim, é muito importante. As áreas de pele com vitiligo perdem parte da proteção natural contra o sol, ficando mais sensíveis a queimaduras e danos. Usar protetor solar diariamente ajuda a proteger a pele e também pode reduzir o contraste entre as áreas afetadas e o restante da pele.Vitiligo afeta a saúde mental?
Pode afetar, sim. Lidar com as mudanças na pele e com o olhar das outras pessoas pode gerar ansiedade, insegurança e impacto na autoestima. Buscar apoio psicológico e se conectar com grupos de acolhimento faz parte de um cuidado completo e é tão importante quanto o tratamento da pele.O vitiligo pode se espalhar?
Pode, mas isso varia bastante de pessoa para pessoa. Em alguns casos a condição permanece estável por longos períodos, em outros pode evoluir de forma imprevisível. O acompanhamento regular com um especialista ajuda a monitorar as mudanças e ajustar o cuidado conforme necessário.
Para aprender mais
Explore nossos conteúdos e tire suas dúvidas sobre o vitiligo.
NOSSAS FRENTES
Quatro caminhos, um mesmo cuidado.
Acolhimento
Grupos de apoio online e presenciais para compartilhar a jornada.
Educação
Conteúdo científico acessível, sem jargão e sem estigma.
Ciência
Estudo nacional sobre vitiligo em parceria com universidades.
Defesa de direitos
Trabalho contínuo por dignidade e inclusão para quem tem vitiligo.
VOZES DA COMUNIDADE
Quem chega buscando apoio, fica ajudando outros.
Cheguei achando que precisava me esconder. Saí do primeiro encontro entendendo que a minha pele não é um problema a resolver.
Mariana Alevs
Recife, PE
Meu filho tem sete anos e vitiligo. Aqui aprendi o que dizer para ele e, principalmente, o que dizer para a escola.
Rafael Nogueira
Belo Horizonte, MG
Convivo com vitiligo há vinte anos e foi a primeira vez que alguém me explicou a doença sem me dar pena.
Cláudia Ferraz
Porto Alegre, RS

Comecei como quem buscava ajuda. Hoje sou voluntário e recebo quem chega no encontro pela primeira vez.
Diego Martins
Fortaleza, CE

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